A arte muda e se converte em mais arte. Formamos um variado estilo de arte contemporânea. Segundo o Nicolas Bourriaud, a arte dos anos 1980, se exemplificada por fotografias, seria como uma vitrine de loja, já a dos anos de 1990 seria uma feira de usados. Ambas, reflexo de uma produção anterior, criticaram modelos artísticos advindos da cultura da produção em massa e industrializações. Na continuidade desse discurso polêmico sobre vanguarda e ruptura, surge uma arte que expressar com novos valores, ou ainda, uma nova estética.





